
Recebemos no dia 1 de Setembro na Biblioteca Comunitária Caminhos da leitura um grupo de alunos e professores da Função Santo André para conversamos como a educação se da em uma biblioteca comunitária que se situa a margem do centro urbano, mas não longe das ideias e produção de conhecimento.
Ao decorrer do dia, as reflexões sobre o espaço foram se aprofundando e percebemos que periferia não é sinônimo de “pobreza” em seu mais amplo sentindo, mas que em cada território existem suas complexidades e singularidades.
Conversar sobre territorialidades e educação em uma biblioteca comunitária na extensão do terreno do cemitério é simbólico, pois é dizer que apesar do que nos é negado, ressignificamos e causamos transformação.
Um de nossos lemas é “Essa biblioteca também é minha” organize um grupo e venha conhecer a Biblioteca Comunitária Caminhos da Leitura e nossos projetos em Parelheiros.